Sonho-nacionalista

Wednesday, January 24, 2007

http://video.google.com/videoplay?docid=6423743529720880750&hl=en


Um video para desanuviar!!!!!!!!!!!Saudações88!!!!!!!

Caminhada pela Vida


O Partido Nacional Renovador convida todos os seus militantes, apoiantes, e simpatizantes a participar na "Caminhada pela Vida", em Lisboa no dia 28 de Janeiro, com início às 14h na Maternidade Alfredo da Costa.

Mais infotmações em www.caminhadapelavida.org

Tuesday, January 23, 2007

SOMOS O QUE SEMPRE FOMOS
Passaram os anos. As décadas foram-se adicionando desde a data em que o lema "A MINHA HONRA CHAMA-SE FIDELIDADE" foi pronunciado, bem alto, por vozes determinadas.
Anos de luta, vitórias e sonhos. A glória e a imortalidade conquistadas no combate (desde as ruas ignoradas aos mais conhecidos campos de batalha) onde o sangue, nunca regateado, do sacrificio dos heróis, regou o solo da Europa levada ao paradoxo de matança e destruição pela avidez e abominação judaico-bolchevique; o sangue dos Mártires Nacional Socialistas que impediu o descalabro total.
O que a conspiração judaico-bolchevique pensou ter exterminado não morreu nos escombros de Berlim. O glorioso exemplo do Führer Adolf Hitler impediu essa humilhação. O sonho não foi derrotado.
Todos eles, os Mártires do Nacional Socialismo, conquistaram o seu lugar em Valhalla. O seu exemplo guia hoje o combate eterno.Nada, a nao ser a nossa consciência do dever e, a nossa vontade de servir o nosso Povo, a nossa Raça, nos levou a abraçar a causa erguendo bem alto a bandeira gloriosa do Nacional Socialismo.Vivemos hoje dias bem graves e tenebrosos.Mais uma vez a velha Europa trava uma luta pela sua sobrevivência. Mais uma vez as forças semitas tentam levar a cabo a sua obra destruidora dos povos da Europa.
Travamos uma guerra racial-hoje ainda surda- mas que no dia a dia mobiliza, os melhores, e mais conscientes de entre nós, para o combate pela raça branca. Os tentáculos do polvo judeu tudo tentam controlar e manipular, aqui, mais uma vez, são os Nacional Socialistas a chamar ao combate e a liderá-lo.
Contra os governos vendidos, contra a globalização, contra "direitas" e "esquerdas", delirios parlamentaristas e o liberalismo, apontamos o caminho da luta e da honra.
O passar dos anos trouxe consigo novas tecnologias, novas ferramentas para o nosso trabalho, mas a essencia, o fundamento do combate, as metas, sao uma constante imutável.
Daí recusarmos o termo "neo" com que muitos nos tentam apelidar. Nada reinventámos, nada foi "ressuscitado" porque o ideal nunca morreu. Esta bem vivo e bem actual.Somos o que os nossos antecessores sempre foram e com orgulho reafirmamos:A NOSSA HONRA CHAMA-SE FIDELIDADE !!!E como, antes de nós, marchando para o combate, estas estrofes eram espalhadas ao vento, tambem nós o fazemos:Assobiamos por montes e valesE o mundo pode bemMaldizer-nos ou louvar-nos,Como lhes agradar !




SIEG HEIL !!!

Fenris88
Mais um roubo descarada e sem vergonha ao blog www.corserpentis88.blogspot.com

Friday, January 19, 2007

Carta de Ahmadi-najad


Carta do presidente do Irão ao presidente dos EUA
por Mahmood Ahmadi-Najad
[*]
Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso, Sr. George Bush Presidente dos Estados Unidos da América, Desde há algum tempo tenho estado a pensar, como podemos justificar as inegáveis contradições que existem na arena internacional - que estão a ser constantemente, debatidas, especialmente nos fóruns políticos e entre estudantes universitários. Muitas perguntas permanecem sem resposta. Estas levaram-me a discutir algumas das contradições e perguntas, na esperança que conduzissem a uma oportunidade de as reparar. Pode uma pessoa ser seguidora de Jesus Cristo (Paz Esteja Com Ele), o grande mensageiro de Deus, sentir-se obrigado a respeitar humanos; apresentar o liberalismo como um modelo civilizacional; anunciar sua oposição à proliferação de armas nucleares e Armas de Destruição Maciça (ADMs); fazer da “Guerra ao Terror” seu lema; e finalmente, trabalhar pelo estabelecimento de uma comunidade internacional unificada - uma comunidade que Cristo e os virtuosos da Terra irão um dia governar - mas ao mesmo tempo atacar países. As vidas, reputações e posses de pessoas destruídas devido à remota possibilidade de estarem alguns criminosos numa vila, cidade, ou comboio por exemplo, e então essa vila, cidade ou comboio inteiro é incinerado. Ou, devido à possibilidade de existência de ADMs num país, ele é ocupado; cerca de 100 mil pessoas são mortas; as suas fontes de água, agricultura e indústria destruídas; cerca de 180 mil tropas estrangeiras colocadas no terreno; a santidade de casas privadas rompida; e o país empurrado 50 anos para o passado. A que preço? Milhares de milhões de dólares gastos dos cofres de um país e certamente outros países e dezenas de milhares de homens e mulheres jovens - como tropas de ocupação - postas em perigo, longe das suas famílias e gente amada, suas mãos tingidas com o sangue de outros, sujeitos a tanta pressão psicológica que todos os dias alguns cometem suicídio e outros retornam a casa sofrendo depressão, ficam doentes e lidam com todo o tipo de enfermidades; enquanto outros são mortos e seus corpos entregues às famílias. Com o pretexto da existência de ADMs, esta grande tragédia engolfou os povos do país ocupante e ocupado. Mais tarde foi revelado que não existiam sequer ADMs. Claro que Saddam era um ditador assassino. Mas a guerra não foi empreendida para o derrubar, o anunciado objectivo da guerra era de encontrar e destruir ADMs. Ele foi derrubado a caminho de se atingir outro objectivo, mas apesar disso as pessoas da região ficaram satisfeitas com isso. Faço notar que durante os muitos anos de guerra ao Irão, Saddam foi apoiado pelo Ocidente. Sr. Presidente, Talvez saiba que sou professor. Os meus estudantes perguntam-me como podem estas acções ser reconciliadas com os valores enumerados no princípio desta carta e o dever à tradição de Jesus Cristo (PECE), o Mensageiro da paz e do perdão. Estão prisioneiros na Baía de Guantanamo que ainda não foram julgados, não têm acesso a representação legal, suas famílias não os podem visitar e são obviamente mantidos numa terra estranha, fora do seu próprio país. Não existe monitorização internacional das suas condições ou destinos. Ninguém sabe se são prisioneiros, prisioneiros-de-guerra, acusados ou criminosos. Investigadores europeus confirmaram a existência de prisões secretas também na Europa. Eu não pude correlacionar o rapto de uma pessoa, ele ou ela ser retida numa prisão secreta, sem as estipulações de qualquer sistema judicial. Ademais, não entendo como estas acções correspondem aos valores destacados no princípio desta carta, i.e., os ensinamentos de Jesus Cristo (PECE), direitos humanos e valores liberais. Jovens, estudantes universitários e pessoas comuns têm muitas perguntas sobre o fenómeno de Israel. Estou seguro que algumas lhe serão familiares. Ao longo da história, muitos países foram ocupados, mas penso que o estabelecimento de um país novo com um novo povo é um fenómeno inédito, exclusivo do nosso tempo. Estuantes dizem que há sessenta anos tal país não existia. Mostram documentos e mapas antigos e dizem que por muito que procurem não conseguem encontrar um país chamado Israel. Digo-lhes que estudem a história da primeira e segunda Guerra Mundial. Um dos meus estudantes disse-me que durante a segunda Guerra Mundial, na qual várias dezenas de milhões de pessoas morreram, as notícias sobre a guerra eram rapidamente disseminada pelas facções em guerra. Durante a guerra, alegou-se que seis milhões de judeus haviam morrido. Seis milhões de pessoas que seriam seguramente aparentados de pelo menos dois milhões de famílias. Assumamos que estes eventos são verdadeiros. Será que isto se traduz logicamente no estabelecimento do estado de Israel no Médio Oriente ou no apoio a tal estado? Como pode este fenómeno ser racionalizado ou explicado? Sr. Presidente, Estou seguro que sabe como - a que custo - Israel foi estabelecido: - muitos milhares de pessoas foram mortas no processo; - milhões de pessoas autóctones tornaram-se refugiadas; - centenas de milhares de hectares de terra agrícola, olivais, aldeias e vilas foram destruídas. Esta tragédia não foi exclusiva do período de estabelecimento; infelizmente continua desde há 60 anos. Foi estabelecido um regime que não mostra misericórdia nem mesmo para com crianças, destroi casas enquanto os ocupantes ainda estão dentro delas, anuncia com antecedência a sua lista de alvos e planos para assassinar personalidades palestinas e mantem milhares de palestinos na prisão. Tal fenómeno é único - ou pelo menos extremamente raro - na memória recente. Outra grande pergunta feita pelas pessoas é: porque este regime é apoiado? O apoio a este regime está em linha com os ensinamento de Jesus Cristo (PECE) ou Moisés (PECE) ou os valores liberais? Ou devemos entender que permitir aos habitantes originais dessas terras - dentro e fora da Palestina - quer sejam cristãos, muçulmanos ou judeus, determinar o seu destino seja contrário aos princípios da democracia, direitos humanos e ensinamentos dos profetas? Se não, porque existe tanta oposição a um referendo? A recém eleita administração palestina assumiu recentemente o poder. Todos os observadores independentes confirmaram que este governo representa o eleitorado. Inacreditavelmente, pressionaram o governo eleito e aconselharam-no a reconhecer o regime israelense, abandonar a luta e seguir os programas do anterior governo. Se o actual governo palestino tivesse concorrido com tal plataforma, teria o povo palestino votado nele? De novo, pode esta oposição ao governo palestino ser reconciliada com os valores sublinhados anteriormente? As pessoas estão também a dizer “porque são vetadas todas as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas condenando Israel?” Sr Presidente, Como sabe, vivo entre o povo e estou em contacto constante com ele - muitas pessoas de todo o Médio Oriente também me contactam. Elas também não têm fé nestas políticas dúbias. Existem indícios que o povo da região está cada vez mais zangado com tais políticas. Não é minha intenção colocar muitas perguntas, mas preciso de referir outros pontos. Porque quaisquer realizações tecnológicas e científicas alcançadas pelo Médio Oriente são traduzidas e retratadas como uma ameaça ao regime sionista? A investigação e desenvolvimento não é um direito básico das nações? O senhor conhece história. Exceptuando a Idade Média, em que outro momento da história foi o progresso científico e técnico um crime? Pode a possibilidade das realizações científicas serem usadas para fins militares ser razão suficiente para nos opormos à ciência e à tecnologia como um todo? Se tal suposição for verdadeira, então todas as disciplinas científicas, incluindo a física, química, matemática, medicina, engenharia, etc, devem ser contestadas. Mentiras foram contadas sobre o Iraque. Qual foi o resultado? Não tenho dúvidas que mentir é repreensível em qualquer cultura, e que não gostaria que lhe mentissem. Sr. Presidente, Não tem o povo da América Latina o direito de perguntar porque os seus governos eleitos estão a ser contestados e líderes golpistas apoiados? Ou, porque devem viver constantemente sob ameaça e no medo? O povo de África é trabalhador, criativo e talentoso. Eles pode desempenhar um papel importante e válido na satisfação das necessidades da humanidade e contribuir para o seu progresso material e espiritual. A pobreza e o sofrimento estão a impedir que tal aconteça. Não tem ele o direito de perguntar porque a sua riqueza imensa - incluindo minerais - está a ser pilhada, apesar de precisar dela mais que outros? Novamente, correspondem estas acções aos ensinamentos de Cristo e aos princípios dos direitos humanos? O corajoso e fiel povo do Irão tem demasiadas perguntas e queixas, incluindo o golpe de estado de 1953 e o subsequente derrube do governo legal; a oposição à revolução islâmica; transformação da Embaixada num quartel-general apoiando as actividades dos opositores da República Islâmica (muitos milhares de páginas de documentos corroboram esta afirmação); apoio a Saddam na guerra empreendida contra o Irão; o abate de um avião de passageiros iraniano; o congelamento de bens da nação iraniana; as ameaças crescentes, a raiva e descontentamento em relação ao progresso científico e nuclear da nação iraniana (no momento em que os iranianos estão jubilantes e colaborando no progresso do seu país); e muitas outras queixas que não irei referir nesta carta. Sr Presidente, O Onze de Setembro (11/9) foi um incidente horrífico. Matar inocentes é deplorável e horrível em qualquer parte do mundo. O nosso governo declarou imediatamente a sua repugnância pelos culpados e ofereceu as suas condolências aos enlutados. Todos os governos têm o dever de proteger as vidas, propriedade e bem estar dos seus cidadãos. Alegadamente o seu governo emprega sistemas de segurança, protecção e inteligência extensivos - e até caça seus opositores além fronteiras. O Onze de Setembro não foi uma operação simples. Poderia ter sido planeada e executada sem coordenação com serviços de inteligência e segurança - ou a sua infiltração extensa? Claro que isto é apenas uma conjectura. Porque vários aspectos dos ataques têm permanecidos secretos? Porque não nos dizem quem falhou nas suas responsabilidades? E, porque não são os responsáveis e culpados identificados e julgados? Todos os governos têm o dever de providenciar segurança e paz de espírito aos seus cidadãos. Desde há alguns anos o povo do seu país e de países vizinhos a lugares problemáticos do mundo não têm paz de espírito. Depois do 11/Setembro, em vez de curar e atender as feridas emocionais dos sobreviventes e do povo americano - que foi imensamente traumatizado pelos ataques - alguns media ocidentais intensificaram o clima de medo e insegurança - alguns falavam constantemente na possibilidade de novos ataques terroristas e mantiveram o povo sob medo. Será isto um serviço ao povo americano? Será possível calcular os danos provocados pelo medo e pelo pânico? Cidadãos americanos viveram no medo constante de novos ataques que poderiam vir a qualquer momento e em qualquer lugar. Sentiam-se inseguros nas ruas, no trabalho e em casa. Quem estaria contente com essa situação? Porquê, em vez de alimentar uma sensação de segurança e providenciar paz de espírito, os media ajudaram o sentimento de insegurança? Alguns acreditam que o exagero abriu caminho - e foi a justificação - para o ataque ao Afeganistão. Devo novamente referir o papel dos media. Nos estatutos dos media, a disseminação correcta de informação e a reportagem honesta de uma história são princípios estabelecidos. Expresso o meu profundo pesar pela desconsideração de certos media ocidentais por tais princípios. O principal pretexto pelo ataque ao Iraque foi a existência de ADMs. Tal foi repetido incessantemente - para o público, finalmente, acreditar - e o terreno foi preparado para um ataque ao Iraque. Será que a verdade não será perdida num clima de maquinação e engano? Mais uma vez, se se permite perder a verdade, como pode tal ser reconciliado com os valores mencionados anteriormente? Será a verdade conhecida do Poderoso perdida também? Sr Presidente, Em países de todo o mundo, cidadãos contribuem para as despesas do governo a fim de que os seus governos possam por sua vez servi-los. A pergunta aqui é “que tem produzido para os cidadãos os milhares de milhões de dólares, gastos cada ano, para pagar a campanha iraquiana?” Como sua Excelência sabe, em alguns estados do seu país, pessoas vivem na pobreza. Muitos milhares não têm lar e o desemprego é um grande problema. Claro que estes problemas existem - em maior ou menor extensão - noutros países também. Tendo em conta estas condições, podem as despesas gigantes da campanha - pagas pela tesouraria pública - ser explicadas e serem consistentes com os princípios acima mencionados? O que tenho dito são algumas das queixas dos povos de todo o mundo, na nossa região e no seu país. Mas a minha alegação principal - com a qual tenho esperança de que concorde em alguma medida - é: Os que estão no poder têm um tempo específico no cargo, e não mandam indefinidamente, mas seus nomes irão ficar registados na história e serão constantemente julgados nos futuros imediatos e distantes. O povo vai examinar as nossas presidências. Lográmos trazer paz, segurança e prosperidade para o povo ou insegurança e desemprego? Era nossa intenção estabelecer justiça, ou apenas apoiar alguns grupos de interesse, e ao forçar muitas pessoas a viver na pobreza e sofrimento, tornar algumas pessoas ricas e poderosas - e assim trocando a aprovação do povo e do Todo Poderoso pela delas? Defendemos os direitos dos desprivilegiados ou os ignorámos? Defendemos os direitos dos povos do mundo ou impusemos guerras contra eles, interferindo ilegalmente nas suas vidas, estabelecendo prisões infernais e encarcerando alguns deles? Trouxemos paz e segurança mundial ou levantamos o espectro da intimidação e das ameaças? Dissemos a verdade à nossa nação e às outras nações do mundo ou apresentamos uma versão invertida dela? Estivemos ao lado do povo ou dos ocupantes e opressores? Terá a nossa administração tentado promover o comportamento racional, a lógica, ética, paz, concretizando obrigações, justiça, serviço ao povo, prosperidade, progresso e respeito pela dignidade humana; ou, a força das armas, intimidação, insegurança, desconsideração pelo povo, adiando o progresso e excelência de outras nações, espezinhando os direitos do povo? E, finalmente, iremos ser julgados sobre se permanecemos verdadeiros ao nosso juramento - de servir o povo, que é a nossa principal tarefa, e as tradições dos profetas - ou não? Sr. Presidente, Quanto mais tempo pode o mundo tolerar esta situação? Onde nos levará esta tendência? Quando tempo mais deve o povo do mundo pagar pelas decisões incorrectas de alguns governantes? Quanto tempo mais irá o espectro da insegurança - fortalecido com a acumulação de reservas de ADMs - perseguir os povos do mundo? Quanto tempo mais irá o sangue de homens, mulheres e crianças inocentes ser vertido nas ruas, e as casas das pessoas destruídas sobre as suas cabeças? Está contente com a actual condição do mundo? Pensa que as políticas actuais podem continuar? Se milhares de milhões de dólares gastos em segurança, campanhas militares e movimentos de tropas fossem antes gastos em investimento e assistência a países pobres, promoção da saúde, combate a diferentes doenças, educação e melhoria da saúde mental e física, assistência às vítimas de desastres naturais, criação de oportunidades de emprego e produção, projectos de desenvolvimento e alívio de pobreza, estabelecimento de paz, mediação entre países em disputa e extinguindo as chamas de conflitos raciais, étnicos e outros, onde estaria hoje o mundo? Não estaria o seu governo e o seu povo justificadamente orgulhoso? Não seria a posição política e económica da sua administração mais forte? E, tenho pena de dizê-lo, haveria um crescente ódio mundial aos governos americanos? Sr. Presidente, não é minha intenção afligir ninguém. Se o profeta Abraão, Isaac, Jacob, Ismael, José ou Jesus Cristo (PECE) estivessem connosco hoje, como teriam julgado tal comportamento? Será que nos será dador um papel no mundo prometido, onde a justiça será universal e Jesus Cristo (PECE) estará presente? Será que eles nos aceitarão? A minha pergunta básica é esta: não há nenhuma maneira melhor de inter-actuar com o resto do mundo? Hoje existem milhares de milhões de cristãos, milhares de milhões de muçulmanos e milhões de pessoas que seguem os ensinamentos de Moisés (PECE). Todas as religiões divinas partilham e respeitam uma palavra e esta é “monoteísmo” ou fé num único Deus e nenhum outro no mundo. O sagrado Corão enfatiza esta palavra comum e apela aos seguidores das religiões divinas e diz [3.64]: Ó seguidor do Livro! Venha a uma proposição equitativa entre nós e ti que nós não serviremos ninguém senão Alá e que não associaremos ninguém com ele e que alguns de nós não tomarão outros por senhores além de Alá, mas se voltarem atrás, então diz: testemunha que somos muçulmanos. (A família de Imran). Sr. Presidente, De acordo com os versos divinos, fomos todos chamados a venerar um Deus e seguir os ensinamentos dos profetas divinos. “Venerar um Deus que esteja além de todos os poderes do mundo e pode fazer tudo o que Ele deseje”. “O Senhor que sabe o que está escondido e visível, o passado e o futuro, sabe o que sucede nos Corações dos Seus servidores e regista os seus actos”. “O Senhor que é o possuidor do céu e da terra, e todo o universo é o Seu tribunal” “planear para o universo é feito pelas Suas mãos, e dá aos Seus servidores as ofertas de misericórdia e perdão pelos pecados”. “Ele é o companheiro do oprimido e inimigo dos opressores”. “Ele é o Clemente e Misericordioso”. “Ele é o recurso do fiel e guia-o da escuridão à luz”. “Ele é testemunho das acções dos Seus servidores”. “Ele apela aos servidores para serem fieis e fazerem boas acções, e pede-lhes que permaneçam no trilho da justiça e fiquem firmes.” “Apela aos servidores que obedeçam aos Seus profetas e Ele é testemunhos dos seus actos”. “Um mau fim pertence apenas ao que escolheram a vida deste mundo e O desobedecem e oprimem os Seus servidores”. E “um paraíso bom e eterno pertence aos servidores que temem a Sua majestade e não sigam seu egoísmo lascivo”. Nós acreditamos que o retorno aos ensinamentos dos divinos profetas é o único caminho para a salvação. Fui informado que Vossa Excelência segue os ensinamentos de Jesus (PECE), e que acredita na promessa divina do reino da justiça na Terra. Nós também acreditamos que Jesus Cristo (PECE) foi um dos grandes profetas do Todo Poderoso. Tal é repetidamente louvado no Corão. Jesus (PECE) é citado no Corão também: [19,36] E seguramente Alá é o meu Senhor e portanto o teu Senhor serve-O; este é o caminho verdadeiro, Marium. Serviço a e obediência ao Todo Poderoso é o credo de todos os mensageiros divinos. O Deus de todos os povos na Europa, Ásia, África, América, no Pacífico e no resto do mundo é um. Ele é o Todo Poderoso que quer guiar e dar dignidade aos Seus servidores. Ele deu grandiosidade aos humanos. Lemos novamente o Livro Sagrado: “O Deus Todo Poderoso enviou os Seus profetas com milagres e sinais claros para guiar as pessoas e mostrar-lhes os sinais e purificar-lhes dos pecados e poluições. E Ele enviou o Livro e a balança para que as pessoas exerçam justiça e evitem os rebeldes.” Todos os versos acima podem ser encontrados, de uma forma ou outra, no Livro Sagrado também. Os profetas divinos prometeram: Virá o dia em que todos os humanos irão congregar-se perante o tribunal do Todo Poderoso, tal que os seus actos serão examinados. Os bons irão para o céu e os maldosos irão encontrar retribuição divina. Estou seguro que ambos acreditamos num dia assim, mas não será fácil calcular as acções dos líderes, porque nós temos de responder perante as nossas nações e todos os outros cujas vidas são directamente ou indirectamente afectada pelas nossas acções. Todos os profetas falam em paz e tranquilidade para o homem - baseado no monoteísmo, justiça e respeito pela dignidade humana. O senhor não pensa que se todos nós acreditarmos e nos submetermos a estes princípios, isto é, monoteísmo, devoção a Deus, justiça, respeito pela dignidade do homem, o Dia do Julgamento Final, que podemos superar os problemas actuais do mundo - que são o resultado de desobediência ao Todo Poderoso e aos ensinamentos dos Profetas - e melhorar a nossa conduta? Não pensa que a crença nestes princípios promove e garante a paz, amizade e justiça? Não pensa que os referidos princípios escritos ou não escritos são universalmente respeitados? Não aceitará este convite? Isto é, um regresso genuíno aos ensinamentos dos profetas, ao monoteísmo e justiça, à preservação da dignidade humana e obediência ao Todo Poderoso e Seus profetas? Sr. Presidente, A história diz-nos que os governos cruéis e repressivos não sobrevivem. Deus confiou o destino do Homem a ele próprio. O Todo Poderoso não deixou o universo e a humanidade ao seu próprio cuidado. Muitas coisas aconteceram ao contrário dos desejos e planos de governos. Isto diz-nos que há um poder superior a funcionar e que todos os eventos são determinados por Ele. Pode alguém negar os sinais de mudança no mundo de hoje? Será a situação do mundo actual comparável àquela de há dez anos? Mudanças ocorrem rapidamente e a um ritmo furioso. O povo do mundo não está contente com o status quo e dá pouco peso às promessas e comentários de numerosos líderes mundiais influentes. Muitas pessoas pelo mundo sentem-se inseguras e opõem-se ao alastrar da insegurança e guerra e não apoiam ou aceitam políticas dúbias. As pessoas estão a protestar o aumento do fosso entre os que têm e os que nada têm, e entre os países ricos e pobres. Estão enojadas com a corrupção crescente. Os povos de muitos países estão revoltados com os ataques aos seus fundamentos culturais e a desintegração das famílias. Estão igualmente consternados com a erosão do carinho e da compaixão. Os povos do mundo não têm fé nas organizações internacionais, porque os seus direitos não são advogados por essas organizações. O Liberalismo e a democracia estilo Ocidental não foram capazes de realizar os ideais da humanidade. Hoje estes dois conceitos falharam. Os que têm percepção já podem ouvir os sons do desmoronar e queda da ideologia e pensamentos dos sistemas liberal democratas. Cada vez mais vemos que as pessoas do mundo estão a convergir para um ponto focal - o Deus Todo Poderoso. Sem dúvida através da fé em Deus e os ensinamentos dos profetas, as pessoas vão conquistar os seus problemas. A minha perguntar para si é: “Não se quer juntar a eles?” Sr Presidente, Quer queira quer não, o mundo está a gravitar para a fé no Todo Poderoso e a justiça e vontade de Deus irá prevalecer sobre todas as coisas Vasalam Ala Man Ataba'al hoda Mahmood Ahmadi-Najad Presidente da República Islâmica do Irão Traduzido do árabe para inglês por Le Monde. Traduzido do inglês para português por André Levy.






Esta carta encontra-se em http://resistir.info/ .

Tuesday, January 09, 2007

Fenomenal....

Wednesday, January 03, 2007

Morte de Saddam...


A véspera de ano novo ficou como data oficial do homicídio de Saddam Hussein, mas a sua morte há muito que se anunciava, já desde os idos anos 80 quando resolveu confiar no poder do diabo. As armas químicas que na altura recebeu, enviadas pelos profetas da liberdade, não lhe permitiram a salvação nem lhe valeram piedade, nem tal ficou registado nos autos do julgamento meteórico do qual foi vítima, pelo contrário, arrumou-se de vez com a questão e não se fala mais nisso. Só que, nesse mesmo dia, mais 70 pessoas morreram, vítimas da tal liberdade que Bush disse ter saído vencedora, aumentando a contabilidade geral para números que alguns dizem andar perto do milhão. O rápido julgamento, esse, restringiu-se a factos relacionados com a morte de 148 curdos, não havendo tempo ou vontade de discutir, por exemplo, porque morreram os mais de 150.000 xiítas que se insurgiram por conselho do profeta pai nos anos 90. Diz-se que não se podia discutir os segundos porque o assunto encerrou nos primeiros, ficando esse «julgamento» adiado para uma próxima vez, quem sabe nunca ou talvez havendo outra liberdade e protagonistas, e se for permitido abordar esse assunto ao contrário do que acontece com outros. O importante é o reforço da democracia que o «cowboy» disse ter saído vencedora, através do rápido laço de corda à boa maneira do Oeste, esperemos é que esse reforço não seja para exportar pelos xerifes mundiais aos restantes países do chamado Terceiro Mundo, como o nosso que foi o primeiro a abolir tais práticas, senão não haveria corda suficiente para todos.

Mais sobre a execução de Saddam

Recusou a venda. O olhar estava ausente como se não entendesse o que se passava. Rezou e morreu pela forca ao amanhecer de mais um dia de extrema violência no país. O ex-ditador deverá ser sepultado hoje em Tikrit, sua terra natal. Polémico, Saddam divide o Mundo também com a sua morte.

Olhar ausente, passos trémulos, Saddam Hussein caminhou para a morte com a compostura que não soube mostrar aquando da invasão norte-americana do Iraque, em 2003. Recusou ser vendado. O pescoço foi-lhe envolvido por um pano negro, para minorar os efeitos cortantes da corda. Rezou, entregando-se nas mãos de Alá antes de os carrascos, de rosto coberto por capuzes, lhe passarem a forca pelo pescoço.As imagens ontem reveladas não mostram o momento em que foi suspenso, mas testemunhas contaram como foi bem audível o estalar do seu pescoço. O cadáver, envolvido numa mortalha, foi depois mostrado na TV iraquiana. O filme, de imagem granulada, mostra o pescoço contorcido do enforcado. “Morrerei como um mártir”, afirmara dias antes o ditador, que durante 30 anos governou com punho de ferro o Iraque, eliminando sem contemplações quantos se atravessaram no seu caminho.Eram seis da manhã (menos três horas em Portugal) quando a polémica execução teve lugar. O segredo foi preservado até ao limite, para evitar surpresas, e até o local do enforcamento foi mantido secreto. Dizia- -se que a forca tinha sido montada na Zona Verde, a mais segura de Bagdad (onde estão as embaixadas dos EUA e Reino Unido e a sede do governo iraquiano), mas o palco dos derradeiros instantes de vida de Saddam foi outro: uma antiga caserna de cimento numa base iraquiana conhecida pelos americanos como Camp Justice, em Khadimiya, subúrbio a norte da capital iraquiana.
“Quando vi o cadáver chorei. Recordei os meus três irmãos e o meu pai, mortos por ele. Aproximei-me do corpo e disse-lhe: ‘Isto é o castigo merecido de todos os tiranos’”, afirmou Jawad al-Zubaidi, uma das vítimas da crueldade de Saddam e testemunha de acusação no seu julgamento por crimes contra a Humanidade. A condenação à morte, recorde-se, diz respeito ao homicídio de 148 xiitas em 1982, em Dujail, em retaliação por um atentado falhado contra o então presidente do Iraque. “Agora está no caixote do lixo da História”, sentenciou Jawad Abdul-Aziz, que perdeu o pai, três irmãos e 22 primos nas represálias de Dujail.SEPULTADO HOJE?O presidente George W. Bush considerou a execução um “importante marco” no caminho para a construção da democracia no Iraque, mas alertou que não porá fim à violência. “É um sinal da determinação do povo iraquiano para seguir em frente após décadas de opressão que, apesar dos crimes horríveis cometidos contra o seu próprio povo, Saddam tenha beneficiado de um julgamento justo”, afirmou, refutando alegações de parcialidade do tribunal.Não era ontem muito claro qual o destino a dar ao cadáver. As filhas de Saddam – Raghad e Rana – exiladas na Jordânia, queriam sepultar o pai provisoriamente no Iémen, o que em princípio tinha sido autorizado pelo primeiro-ministro, Nuri al-Maliki. Mas o advogado libanês Bushra al-Khalil, ligado à defesa de Saddam, afirmou ontem que o corpo do antigo presidente já está em Tikrit, entregue aos líderes da sua tribo, a Abbu Nasir, e será de seguida levado para sepultar em Awja, junto a Tikrit, onde estão enterrados os seus dois filhos, mortos em 2003. O funeral poderá ter lugar ainda hoje, afirmou Khalil. BOMBAS CONTRA BAIRROS XIITASA violência não se fez esperar após o enforcamento de Saddam Hussein. Pelo menos quatro carros armadilhados, cuja explosão visava atingir xiitas de Bagdad e de uma localidade a sul da capital, provocaram ontem a morte a mais de 70 pessoas, horas depois da execução ter sido consumada.Numa altura em que eram esperadas retaliações por parte de apoiantes sunitas ao enforcamento do deposto ditador iraquiano, explodiram, quase em simultâneo, três carros-bomba no bairro de Hurriya – maoritariamente xiita – em Bagdad. As explosões mataram pelo menos 36 pessoas e feriram outras 77. Já em Kufa, perto da cidade sagrada xiita de Najaf, havia registo de pelo menos 36 mortos e 58 feridos na sequência da explosão de outra viatura armadilhada num mercado repleto de pessoas, por ocasião da celebração religiosa muçulmana do Eid al-Adha. De acordo com testemunhas oculares, uma multidão matou um homem que acusava de ter colocado um engenho explosivo naquela localidade.Saliente-se igualmente que o Partido Baas – de Saddam Hussein – exortou os iraquianos a “lutar sem misericórdia” contra os ocupantes norte-americanos e o Irão xiit, para vingar a execução do antigo presidente do Iraque, mas avisou para os riscos de poder ocorrer naquele país uma guerra civil. CRIMES SEM JULGAMENTOOs crimes pelos quais Saddam Hussein foi condenado (a execução de 148 xiitas em Dujail, em 1982) são uma ínfima parte dos que cometeu em 30 anos de ditadura. Entre 1987 e 1989 matou mais de 100 mil curdos na chamada campanha de Anfal (ou Despojos de Guerra). O julgamento por estes crimes foi interrompido pela execução. Acresce que, ainda em 1988, mandou matar num ataque químico pelo menos 5000 pessoas em Halabja. Para lá disto, perseguiu e exterminou o clã Barzani, matando milhares de seguidores do líder curdo. A repressão violenta que permeou o regime é ainda visível nas inúmeras valas comuns encontradas pejadas de cadáveres de xiitas e curdos, executados por se erguerem contra o ditador.
PERFIL
Quando nasceu, em 1937, a mãe, Subha al-Mussallat, escolheu para o futuro ditador iraquiano um nome que ontem ganhou novo significado. Saddam – que significa aquele que enfrenta – tremeu, mas enfrentou a morte, recusando a venda que lhe era oferecida. O seu fim violento encerra uma vida cercada de brutalidade e morte. Órfão de pai ainda antes do nascimento, Saddam Hussein foi alvo frequente de espancamentos por parte do padrasto, facto que o levou a fugir de casa aos dez anos e a refugiar-se junto de um tio, nacionalista fervoroso. Já adulto e inscrito no partido nacionalista árabe Baas, ficou próximo do poder após um golpe de Estado em 1968, levado a cabo pelo seu partido. Governante de facto durante muito tempo, chegou formalmente ao poder em 1978. Um ano depois ordenou a invasão do Irão, dando origem a oito anos de uma guerra sangrenta que vitimou centenas de milhar de pessoas. Apoiado pelos EUA, que viam nele um protector contra o crescendo poder do Irão, Saddam caiu em desgraça depois de invadir o Koweit, em 1990. A intervenção norte-americana acabou com a guerra, mas deixou-o no poder. A ditadura cruel que implantou, durante a qual perseguiu, torturou e matou milhares de pessoas - xiitas e curdos, mas também sunitas opostos ao seu poder - só terminou em 2003, após a invasão liderada pelos EUA. Foi apanhado, escondido num buraco, em Dezembro desse ano, nos arredores de Tikrit. Julgado por crimes de guerra, foi condenado à morte por enforcamento depois de ser julgado por apenas um dos seus inumeráveis crimes.
EXECUCAÇÃO DIVIDE O MUNDOENTRE A ALEGRIA E A REVOLTAO enforcamento de Saddam Hussein encerra um período negro da história do Iraque, mas a execução do ditador trouxe uma vez mais ao de cima as divisões sectárias no país. A imensa alegria dos inimigos do ditador – sobretudo xiitas e curdos, alvos preferenciais da sua crueldade – contrastava ontem com a revolta dos apoiantes sunitas, que prometem vingar com sangue o ‘homicídio’ do seu líder. Noutros pontos do mundo árabe e islâmico a coincidência da execução com o início do festival religioso do Eid al--Ahda (ou Festa do Sacrifício) é mal vista.
“É um insulto para os muçulmanos”, afirmou em Meca um peregrino saudita. Na Europa, enquanto o Vaticano classificava a execução de “tragédia”, os governos da União Europeia (UE) reagiam de forma cautelosa: lamentando, por um lado, o facto de ter sido aplicada a sentença de morte, mas indicando que o fim de Saddam deve fechar um ciclo e abrir ao Iraque um futuro mais pacífico.Enquanto em Bagdad e noutras cidades iraquianas centenas de xiitas e curdos saíram à rua para festejar, os sunitas juravam vingança. “Vamos todos transformar-nos em bombas”, afirmou um jovem revoltado em Awjaba, aldeia dos arredores de Tikrit, onde nasceu Saddam.
Para os curdos, no entanto, a execução chega demasiado cedo, pois interrompe o julgamento por genocídio, no âmbito do qual Saddam respondia pelo massacre, com armas químicas, de milhares de curdos, entre 1987 e 89. Mahmoud Osman, político curdo, sublinhou isso mesmo: “É claro que ele cometeu muitos crimes e merece por eles a pena capital. Mas tão depressa, executado de forma tão súbita... e apenas por um caso – isso deixa muitos outros casos por julgar e muitos segredos por revelar.”Entretanto, o Irão felicitou o povo iraquiano pela execução, enquanto na Líbia, único país solidário com o ditador nas horas finais, foram declarados três dias de luto nacional e canceladas todas as celebrações públicas do Eid al-Ahda.Por outras razões, o Vaticano e a UE partilharam esta postura.
“Uma execução é sempre trágica, razão para tristeza, mesmo quando se trata de uma pessoa culpada de inúmeros crimes”, afirmou Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé.
Por seu lado, países europeus como Espanha, Itália, Alemanha, França, Irlanda ou Reino Unido frisaram todos a sua oposição à pena de morte, embora fazendo notar a culpabilidade de Saddam. A Itália alertou, no entanto, para a possibilidade de um aumento de violência, e a França frisou que o importante agora é “o retorno da estabilidade ao Iraque”.
OUTROS DITADORES
BENITO MUSSOLINIO ditador fascista italiano, no poder entre 1922 e 1945, e a amante, Clara Petacci, foram executados em Abril desse ano por um membro da resistência.
ADOLF HITLER ainda no o período da II Guerra Mundial, mas na Alemanha, o odiado líder nazi suicidou-se, curiosamente poucos dias depois da morte de Mussolin.
NICOLAE CEAUSESCU Depois de uma revolta anti-comunista na cidade romena de Timisoara, o ditador e a mulher, Helena, foram executados, após um julgamento sumário, em 1989.S.
MILOSEVIC Quando morreu, em Março, estava a ser julgado no TPI, em Haia, na Holanda, acusado de planear uma limpeza étnica para a ex-Jugoslávia e de crimes de guerra.
CHARLES TAYLORO ex-presidente da Libéria, que fugiu do país em 2003, está preso em Haia a aguardar julgamento por crimes de guerra durante a guerra civil da Serra Leoa.
GEORGE W. BUSH - PRESIDENTE EUA Bush saudou a execução como “um marco” no caminho do país rumo a uma democracia capaz de se defender a si mesma, mas salientou que “não porá fim à violência”.
LULA DA SILVA - PRESIDENTE DO BRASIL Lula da Silva condenou a execução de Saddam e defendeu que o Iraque só terá os problemas resolvidos quando seu povo tomar as decisões, certas ou erradas.
M. BECKETT - C. DIPLOMACIA LONDRES Beckett afirmou que, apesar de o seu governo ser contra a pena de morte, Saddam Hussein “prestou contas” por alguns dos terríveis crimes que cometeu.
MURI AL-MALIKI - 1º MINISTRO IRAQUE O líder do governo iraquiano apelou à unidade de todos os iraquianos num dia em que o partido sunita Baas exortou o povo a erguer-se em massa contra o invasor.
ALEX. DOWNER - MNE DA ÁUSTRALIA O responsável da diplomacia australiana, Alexander Downer, elogiou a execução, considerando que “o povo iraquiano sabe agora que o ditador nunca mais voltará”.
HAMID KARZAI - PRES. DO AFEGANISTÃO O presidente afegão, Hamid Karzai, lembrou que as festividades do Eid al-Ahda, ontem iniciadas, são “um tempo de bondade e reconciliação e não de vingança”.
F. LOMBARDI - PORTA-VOZ DO VATICANOO porta-voz da Santa Sé frisou que “uma execução é sempre trágica e motivo de tristeza”, mesmo quando se trata de “alguém culpado de crimes graves”.
AHMADINEJAD - PRESIDENTE DO IRÃO O governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad felicitou “o povo iraniano e os mártires da guerra” (Irão-Iraque – 80/88) e considerou que o fim de Saddam “serve de exemplo aos criminosos actuais”.
Aqui ficou um breve post sobre a morte de Saddam,e não poderia faltar a comparação a outros homens que hoje são considerados monstros e inimigos da liberdade...
Enfim...é a Democracia... Só tenho pena a opinião do presidente do Irão que é um home que admiro tanto se favoravel a execução de Saddam...